Técnica de embranquecimento de pênis e vagina gera polêmica e critica de autoridades

Embranquecer pênis e vagina virou moda na Tailândia
As autoridades tailandesas estão em pé de guerra contra a nova moda de embranquecer o pênis e a vagina, que tomou conta do país. O procedimento estético sexual foi anunciado pelo Hospital Lelux e fez tanto sucesso, que até o Ministério da Saúde do país criticou a iniciativa.

Em um comunicado, o ministro tailandês ressaltou os riscos de dores e problemas sexuais, e destacou a desnecessidade de se embranquecer o pênis e a vagina. Na internet as opiniões se dividiram. Alguns não entendiam o porquê disso, e outros entenderam como discriminação da cor da pele.

Os que entendem tratar-se de discriminação da cor da pele se baseiam no fato de que em vários países da Ásia as peles de tons mais escuros são atribuídas a trabalhadores pobres. A pele mais branca é atribuída a quem não faz parte da classe trabalhadora, que se sustenta da labuta nos campos e nas ruas.

Popol Tansakul, gerente de marketing do Hospital Lelux, salientou que o serviço de embranquecer vagina foi criado há quatro meses e com o sucesso, pacientes questionaram por que não fazer o mesmo procedimento para pênis. “No mês seguinte passamos também a embranquecer os pênis”, disse.

Segundo ele, uma média de 20 a 30 pacientes procura mensalmente o hospital desejosos de mudar a cor da pele dos órgãos sexuais. “Muitos deles viajam de Myanmar, Camboja e de Hong Kong à procura da técnica”, disse o gerente, destacando que 50% dos atendimentos do hospital são nesse sentido.


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