Pais de alunos reclamam de superlotação em transporte e falta d’água em escola

Situação do transporte escolar que faz linha Córrego da Penha

Superlotação em ônibus escolares e falta de água em escolas do interior do Município de Barra de São Francisco/ES são algumas das reclamações de pais de alunos. Revoltados com o descaso por parte da administração, eles afirmam que pedir providências não resolve nada.

“A situação de alguns ônibus escolares é tão precária, que nossos filhos estão andando como sardinhas. Estão enlatados dentro dos ônibus escolares, suportando calor misturado com muita poeira”, disse um pai revoltado do Córrego da Penha. Segundo ele a coisa tá tensa no Município.

Além de ter que transitar em estradas sem manutenção, os pais de alunos reclamam que o transporte escolar não oferece a mínima condição de conforto aos alunos. Além disso, segundo alguns pais de alunos, tem motorista deixando alunos em pontos distantes de casa.

“Nossos filhos estão correndo risco desnecessário”, reclama um dona de casam cuja filha recentemente teve que andar cerca de dois quilômetros à pé, porque o motorista do transporte escolar a deixou no meio do caminho. “Não somos contra a administração. Só queremos respeito”, disse ela.

Escola sem água

Outro problema denunciado é a falta de água na Escola Municipal Otto Saar, no Córrego Passabem, conhecido como Itazinho, em Monte Sinai. Segundo os moradores, a escola está sem água desde que a pessoa que tomava conta do educandário foi exonerado pela atual administração.

Segundo um morador, a água que abastecia a escola era fornecida pelo vigia da escola. “Além da água do poço artesiano em sua propriedade, ele custeava a energia para o envio do líquido por mais de um quilômetro até a escola e pagava com o salário que recebia do Município”, disse o morador.

A informação foi confirmada pelo vereador Wilson Pinto das Mercês, o Mulinha. Segundo o vereador, o vigia foi dispensado no início do ano passado. “Com o salário que ele recebia, além de pagar a energia, ainda fazia a manutenção do equipamento que abastecia a escola”, completa.

Com a dispensa do vigia que se responsabilizava por um serviço que cabia ao Município, ele ficou sem recursos para pagar a energia, mas continua fornecendo a água para a escola, desde que a energia seja custeada pela municipalidade

Procurado pelo Notícias Populares Online, o Assessor de Imprensa do Município, Tiago Quirino, afirmou que conversou com a secretaria responsável e apurou que o problema é relacionado a uma bomba d’água. Segundo ele, o problema está sendo solucionado e em breve voltará à normalidade.

Assista abaixo o vídeo que registra um momento de desconforto dos alunos que utilizam o transporte escolar que faz a linha do Córrego da Penha:



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