Reviravolta. Perícia Técnica aponta que modelo foi morta por estrangulamento

Delegado Leomar Nascimento

Não foi incêndio o motivo da morte da adolescente Camila Sacoman, 17 anos, encontrada morta na madrugada de sábado, 13, em sua residência, na Rua Primo Amaral, no Município de Buritis, em Rondônia. A princípio a polícia acreditou que o incêndio tinha sido causado pelo celular.

Os bombeiros chegaram a afirmar que a vítima tinha morrido em decorrência do incêndio provocado pelo celular que estava sendo carregado. Entretanto, a Perícia Técnica da Polícia Civil constatou que havia um fio em volta do pescoço de Camila, e que ela foi morta por estrangulamento.

O delegado Leomar Nascimento, que preside o Inquérito, disse que Camila estava em uma festa quando aconteceu uma confusão envolvendo o namorado de sua amiga, a qual retirou da festa e ambas foram embora. Só que Camila foi seguida por dois criminosos, que a mataram e carbonizaram.

Camila foi brutalmente assassinada
Até chegar ao criminoso, um adolescente de 17 anos, cerca de 17 pessoas foram ouvidas pelo delegado. O assassino foi apreendido e vai ficar à disposição da justiça. No início ele negou a autoria do crime por orientação de seu advogado, mas por final confessou e contou detalhes do crime

Na cidade o clima de revolta tomou conta da população, que queria a todo custo fazer justiça com as próprias mãos linchando o menor bandido. Entretanto a polícia agiu a tempo de proteger o criminoso, que por ser menor, se for condenado cumprirá no máximo três anos de internação.







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