Falta de sexo mata. Pesquisadores dizem que ficar na seca provoca mal súbito


Evite mal súbito e AVC praticando sexo normalmente

Caso você não dá um tapa na perseguida, não afoga o ganso, não molha o biscoito e nem faz o tchaka tchaka na butchaka, cuidado. Um estudo da Universidade de Tufts, Massachusetts publicado no Jornal da Associação Médica Americana, diz que falta de sexo provoca morte súbita.

A pesquisa incluiu 14 estudos cruzados de casos de eventos cardíacos agudos que observaram e registraram a associação entre a atividade física e sexual episódica e ataques cardíacos e evidência sugestiva de uma associação entre atividade física episódica e morte cerebral súbita.

E vejam a que conclusão chegaram: segundo os pesquisadores da universidade, o risco relativo de ataque cardíaco foi reduzido em cerca de 45 por cento e morte cardíaca súbita em 30 por cento por cada vez adicional por semana que a pessoa teve relações sexuais.

Como o sexo é considerado um dos melhores exercícios cardiovasculares, contribuindo para a diminuição considerável do risco de ataques cardíacos, a falta dele, segundo os pesquisadores, faz com que a pessoa esteja mais exposta a sofrer um AVC (Acidente Vascular Cerebral).

“Quando nos referimos à ‘falta dele’, referimo-nos a sexo ocasional, do tipo uma vez por mês”, explicam os pesquisadores. Eles deixam claro que não é necessário que a pessoa seja um atleta de alcova, que pratique sexo todos os dias, indiscriminadamente, para proteger o coração.

Mas alertam que se o cidadão pretende ter uma boa saúde cardiovascular é melhor aumentar a frequência com que tem relações sexuais. No caso das mulheres, nada de desculpas de dor de cabeça ou cansaço. Se não quiser ter um mal súbito, o negócio é transar pra valer.


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